quinta-feira, 5 de março de 2015

OS ESCRAVOS E A LUTA PELA LIBERDADE
                                                      NASCIMENTO, André José do [1]

INTRODUÇÃO
             Diversas foram às formas que os escravos encontraram para lutar pela sua liberdade, das quais podemos citar tanto o movimento abolicionista, como as sucessivas fugas para os quilombos até a via das ações judiciais.  Este trabalho busca analisar o fim da escravidão no Brasil e suas consequências para a sociedade recifense. Para o êxito dessa proposta, pontuaremos como viveram os negros diante de uma sociedade que maquiou uma ideologia de superioridade, objetivando, ainda, analisar a trajetória dos negros durante a abolição da escravatura de 1888 até 1920, analisando as transformações sociais e culturais que os negros tiveram nesse período.
             Segundo Prado 2007, “Alguns negros foram expulsos das fazendas para dar lugar ao trabalho livre com imigrantes europeus”, outros historiadores como  (FURTADO, 2007) e (VIOTTI, 2007)  defendem que uma pequena parte dos negros que foram libertos permaneceu nas fazendas, pois não tinham para onde ir. Entre os negros que viviam nas fazendas alguns não tinham nenhum tipo de profissão, diferentemente dos que viviam nas cidades grandes que aprendiam uma profissão e reuniam condições mais favoráveis para adquirir a sua liberdade.
Os negros que viviam nos grandes centros tinham mais chances de comprar a sua carta de alforria e ter a sua liberdade, enquanto os que viviam nas fazendas a única forma de adquirir a liberdade era fugindo da fazenda”. [2]

             Durante o século XIX, surgiram na Europa e nos Estados Unidos da América várias teorias consideradas de cunho racista.
“As teorias racistas contribuíram para a exclusão do negro na sociedade brasileira, isso ficou bem evidente no argumento de grande parte da elite brasileira que queria embranquecer o  país, pois os negros não eram capazes de assumir os novos postos de empregos”.[3]

              Essas teorias contribuíram ainda mais para que os negros fossem vistos como inferiores, tornando-se, dessa maneira, um problema racial para o Brasil. Com o advento da Lei Áurea e o fim da escravidão – ao menos no plano jurídico formal – , como ficaria a situação dos ex-escravos? Será que o Brasil estava pronto para essa realidade? Qual o impacto disso na sociedade brasileira? São questões que tentaremos desvendar no decorrer desse trabalho.

A LUTA PELA LIBERDADE
             Para alguns Historiadores, o século XIX foi o auge da escravização no Brasil, devido à quantidade de negros que foram trazidos para o país. Nesse período, os escravos intensificaram ainda mais a luta contra a dominação dos brancos, muitos desses africanos, descendentes da “nobreza africana” e guerreiros, não queriam se submeter à escravidão, se organizaram e promoveram vários conflitos contra a elite brasileira, que, mesmo com a proibição do tráfico negreiro, continuava perpetuando o tráfico de negros do continente africano.
              Os africanos que vieram para o Brasil eram pessoas que tinham uma cultura religiosa e social, a sociedade africana, em certos componentes, era mais avançada do que outros países e até mesmo continentes. Por isso que muitos daqueles que chegaram ao Brasil não foram dominados por uma ideologia de inferioridade em relação ao branco, pelo contrário, eles tinham o conhecimento da leitura e da religião, no caso a muçulmana. Mesmo com a separação de alguns grupos ou etnias, os negros criaram uma forma de se comunicar para lutar contra a opressão que era imposta pelos brancos.
            Os negros nascidos no Brasil também foram se organizando, principalmente aqueles que viviam nos grandes centros como Rio de Janeiro, Bahia e Recife; onde a forma de escravização não era tão severa quantos os engenhos ou fazendas. Nas cidades, esses negros trabalhavam para os seus senhores como vendedores de produtos, sapateiros, alfaiates e em outras funções. Outro comércio muito lucrativo era o aluguel de escravos, no qual o negro prestava serviços a outros senhores e recebia pelo serviço, mas ao chegar à casa de seu senhor, tinha que lhe entregar tudo o que arrecadou.
             Contudo, quando estes mesmos negros não conseguiam bons lucros, eram castigados; essa pratica motivou a fuga de muitos negros para outras regiões em busca da liberdade. Tal facilidade fez com que alguns pequenos senhores de escravos negociassem com eles uma nova forma de exploração, na qual o escravo receberia pelo seu trabalho, com isso muitos escravos conseguiram comprar a sua carta de alforria.
           Por outro lado, alguns negros chegavam a cometer violência e até mesmo assassinar os senhores por causa dos maus tratos que sofriam, quando eram presos, procuravam justificar por que tinham cometido tais crimes, muitos deles foram julgados, alguns condenados e outros foram considerados inocentes. Isso mostra – mesmo de forma ainda incipiente – que uma parcela da justiça não admitia mais os maus tratos contra o escravo, o que pode ser justificado não somente pelo estabelecimento da lei que buscava garantir ao negro uma certa proteção quanto a sua integridade física, mas também por um conjunto de outros motivos sócio-políticos e econômicos que favoreciam essa mudança de paradigma. Dentre os quais podemos destacar a proibição do tráfico negreiro; o que fez o preço por um negro escravo ser cada vez mais elevado, devido à escassez da mão de obra para agricultura e os demais serviços.
             Durante o período colonial e imperial, surgiram vários movimentos que queriam o fim da escravidão. Um desses foi o movimento abolicionista, que além de financiar a compra da carta de alforria de muitos negros, além disso, havia o debate entra alguns representantes da elite brasileira que tentava achar uma solução para o fim da escravidão. Uma dessas propostas seria embranquecer o Brasil, alegando que os negros eram incapazes de assumir os novos postos de trabalho que surgiriam posteriormente. Por outro lado, “os negros não tinham consciência de classe”, levados sempre a acreditar que eram inferiores aos brancos, mas isso foi mudando na medida em que alguns membros da elite brasileira como Joaquim Nabuco, José Bonifácio e outros, começaram a denunciar e questionar a elite brasileira sobre a escravidão. No entanto, grande parte dessa elite não era favorável ao fim da escravidão, porém a ruptura com o sistema de escravidão do negro no Brasil não podia mais ser adiada; era preciso eliminar a escravidão do Brasil. Em 1888, é legalmente decretada a liberdade dos negros no país, mas isso não mudou a forma de pensar e de agir da elite brasileira.


          Os embates políticos sobre o fim do tráfico negreiro e a emancipação dos negros no Brasil foram mais uma das diversas disputas no senado da época, que tentava encontrar uma solução para eliminar um mau que, conforme vários estudos sobre a temática atrasavam a independência do país. O fim da escravidão foi pautado no senado durante o século XIX; foi nesse período que surgiram várias leis em favor do negro e muitas propostas para acabar com  a escravização, dentre elas destacamos a de Pimenta Bueno ( Marquês de São Vicente),o qual propusera o ano de 1899 como data limite para o fim da escravidão no país, enquanto o senador Silveira da Mota queria um prazo mais curto: o ano de 1891. Contudo, para o Abolicionista Joaquim Nabuco, o prazo parecia longo demais.
Generosos cidadãos do Brasil, que amais a vossa pátria, sabeis que sem abolição total do tráfico da escravatura africana, e sem a emancipação sucessiva dos atuais cativos, nunca o Brasil firmará a sua independência nacional e segurará e defenderá a sua liberal Constituição”. [4]

          No mesmo período, o projeto de lei proposto pelo senado para o fim da escravidão era de cinquenta ou sessenta anos. O estabelecimento de um prazo para a implementação da lei defendia que o fim da escravidão deveria ser um processo lento e gradual. Porém, essa medida não agradou aos abolicionistas que queriam que a emancipação fosse ampla e o mais breve possível. A questão não era somente estabelecer no âmbito jurídico formal a liberdade da população negra do país; mas, sobretudo, deveria consistir em promover e garantir a cidadania desses negros. A luta pela abolição da escravatura se tornou uma questão de urgência, pois para os liberais favoráveis ao fim do escravismo, o país só poderia chegar ao progresso com o fim desse regime.
             Dessa forma, com o término formal da escravidão no Brasil, muitos negros foram expulsos das fazendas e ficaram sem ter onde morar nem como sobreviver. Uma boa parte da elite brasileira não queria que os negros assumissem os novos postos de trabalho que estavam surgindo no Brasil, a preocupação da elite era embranquecer o país com imigrantes vindos da Europa. Essa política de segregação racial fez com que os negros vivessem às margens da sociedade.
             Durante todo o tempo em que estiveram nas senzalas, sendo utilizados como escravos, os negros sempre lutaram pela sua liberdade, tendo Zumbi dos Palmares como um símbolo de resistência contra a escravidão dos negros desde o período colonial até o império.  O Quilombo dos Palmares e outros que existiram no Brasil eram considerados apenas como um local onde os negros tentavam preservar a sua cultura e o seu modo de vida que tinham origens na África.
            Dessa forma, os negros criaram um reduto de resistência contra um sistema que massacrava um povo que, por uma ideologia cultural e religiosa era considerado inferior ao branco. Por outro lado, devido às lutas tribais na África, muitos negros eram negociados pelos próprios conterrâneos do continente. A escravidão não só foi utilizada pelos brancos, mas também pelos quilombolas. Essa situação muitas vezes se dava quando um negro fugia ou ainda quando se ausentava do Quilombo sem permissão; pois com isso, era considerado traidor, e como castigo tornava-se escravo dos próprios descendentes de cor ou de luta, tendo em vista que no local não apenas habitavam negros, mas também índios, pardos e pessoas que estavam sendo perseguidas por algum motivo. Então os Quilombos se tornaram um refúgio em busca da liberdade.
         É importante registrar que o Quilombo não foi a única forma de luta pela liberdade, houve outros significativos movimentos que fortaleceram ainda mais a questão abolicionista e buscavam, de forma efetiva, uma solução para o fim da escravidão no Brasil. Devido a esses movimentos que se expandiam expressivamente na sociedade brasileira e também da pressão internacional, que requeria o fim da escravidão de forma mais célere possível, o imperador D. Pedro II foi impelido a criar mecanismos para amenizar a situação.
          Dentre estes mecanismos podemos destacar a criação de algumas leis, dando a entender que o fim da escravidão não era um problema do imperador e sim de toda uma sociedade escravocrata, na qual o escravo era tratado como uma mercadoria de grande valor comercial, e por isso, muitos donos de escravos não queriam se desfazer de um “negócio tão rentável”, a não ser por meio de indenizações que deveriam ser pagas pelo império.
             O movimento Iluminista surgiu na França com o propósito de impedir que o governo interferisse na economia do país, essas ideias liberais chegaram ao Brasil por volta dos séculos XVI e XVII, e tornaram-se umas das bases do movimento abolicionista.  Esse movimento encontra resistência de alguns senhores de escravos, pois mesmo com todas as implicações, o comércio de negros continuava muito rentável e, provavelmente por isso a sociedade brasileira ainda não estaria pronta para acabar com a escravidão.
“O abolicionismo, entendendo-se por tal corrente de opinião e movimentos sociais e não política de governo baseou-se na Europa e nos Estados Unidos, em razões tiradas de determinadas práticas do     cristianismo e em razões geradas pelo Iluminismo Francês”. [5]

             É notório que alguns senhores de escravos também almejavam o fim da escravidão, e alguns negros recebiam benefícios dos seus senhores pelos trabalhos prestados, isso era mais notável principalmente nas cidades do que nas fazendas  Outros escravos que sofriam maus-tratos fugiam e muitos deles não iam para os Quilombos e sim para cidades, até mesmo de outras regiões do país, na ilusão de ter uma suposta liberdade e quando eram capturados pela policia, ingressavam na justiça em prol da própria liberdade.
               É certo que muitos destes conseguiam sua liberdade depois de uma longa batalha judicial, o que era visto pelos negros como uma vitória, pois assim não teriam que buscar refúgio nos Quilombos, já que os quilombolas eram mal vistos pela sociedade brasileira. Nas cidades, havia uma maior probabilidade de o negro foragido conseguir aprender algumas profissões, o que resultaria na possibilidade de vender sua força de trabalho e com isso “ganhar o seu dinheiro” no regime assalariado; o que lhe daria condições para comprar objetos, utensílios e até mesmo escravos, os quais eram vendidos nos mercados e praças de algumas capitais e o tornava um senhor de escravo, mesmo com o comércio de negros sendo proibido essa prática ainda estava muito presente no século XIX.
                A Guerra do Paraguai (1865 – 1870) também contribuiu efetivamente para a intensificação da luta em prol da abolição. O exército brasileiro, por não ter soldados suficientes, necessitou recrutar escravos para fazer parte do efetivo, com essa medida, muitos negros foram convocados para fazer parte do exército brasileiro.  Os soldados brasileiros, em contato com outros soldados da Argentina, do Uruguai e, principalmente, do Paraguai, perceberam a diferença social e política entre esses países. No exército brasileiro poucos sabiam ler, enquanto aqueles do Paraguai eram bem instruídos, se tornando livres.
             Porém, uma das promessas de D. Pedro II era que, ao término daquele confronto, os escravos que foram para Guerra, teriam sua liberdade garantida. E muitos negros deram início à carreira militar, buscando uma ascensão social, o que só seria possível com o fim da escravidão e uma política de integração social do negro na sociedade. O exército que na sua grande maioria era formado por negros começou a não seguir determinadas ordens, como por exemplo, a de perseguir negros fugitivos; isso para os negros que faziam parte do exército brasileiro era algo contraditório, porque por um lado eram requisitados para servir às ordens militares, por outro lutavam pelo fim da escravatura e da opressão que sofriam. Então a luta em favor da abolição ganhou mais um aliado: uma boa parte do exército.
             O movimento abolicionista também continuava ganhando espaço na sociedade brasileira, enquanto o governo e boa parte da elite brasileira começavam a perceber que o fim da escravidão era inevitável, e passaram a elaborar leis, como a lei do Ventre Livre que foi aprovada em 1871, quem conduziu a aprovação foi o Ministro  Visconde de Rio Branco, que era do partido conservador e não queria que os radicais do movimento abolicionista chegassem ao poder, temia que tivessem atitudes mais radicais.
              Importa registrar que os abolicionistas brasileiros tiveram influências do liberalismo europeu, que objetivava a expansão do seu comércio, e precisava de mão-de-obra livre para adquirir os seus produtos industrializados, ampliando, dessa forma, o comércio com as Américas.
“O pensamento abolicionista, como toda doutrina reformadora do Brasil, nasceu do liberalismo europeu do século XIX que seguiria de perto a revolução industrial, a urbanização acelerada e o crescimento econômico”. [6]

             Podemos perceber na historiografia brasileira que o objetivo de se chegar ao fim da escravidão era, sobretudo, uma questão econômica e não uma questão social ou humanitária, o que estava em jogo era a sobrevivência de um novo sistema de produção que buscava na mão-de-obra livre a ampliação do trabalho assalariado, fazendo com que esses novos trabalhadores pudessem consumir os produtos industrializados advindos da Europa.  Como o Brasil era um país agrário, cujos principais produtos eram o açúcar, o café e o algodão, a única opção de adquirir produtos industrializados era na Europa.
               É possível dizer que chegar ao fim da escravidão no Brasil não foi uma tarefa fácil; observa-se que vários movimentos que eram a favor da abolição e os intelectuais buscaram de várias maneiras alcançar esse objetivo, mas era é preciso mudar a consciência política da elite brasileira. Para Joaquim Nabuco, não foi a filantropia que impulsionou o nosso abolicionismo, e sim a razão política de José Bonifácio, (Carvalho,2005).
                O grande obstáculo da elite brasileira era que com o fim da escravidão os negros poderiam ocupar os postos de trabalho, mas essa mesma elite não queria ascensão dos negros na sociedade, preferiram embranquecer o Brasil criando uma política para financiar a passagem de Europeus para trabalhar no país, enquanto os ex-escravos enfrentariam uma total ausência de direitos e de proteção social, ou seja, viveriam à margem da sociedade.
                 Nota-se que a forma como os negros foram tratados após a abolição resultou em grandes consequências para a formação da nossa sociedade, que até então sequer citava os negros como membros. Naquele contexto, a garantia de direitos para esse segmento populacional seria viabilizada somente aos negros que possuíssem bens, estes poderiam participar como membros da sociedade e não sofriam tanta discriminação.
                  Ante o exposto, ressaltamos que, mesmo com o fim da escravidão, ainda não conseguimos, de fato, a nossa liberdade definitiva, pois temos significativos resquícios daquele período, a discriminação é uma delas. A batalha de hoje se dá em duas frentes principais, a frente acadêmica e a frente do movimento pelo fim das discriminações raciais (CARVALHO, 2005).
“A elite branca brasileira já tinha em sua própria sociedade os elementos necessários para forjar sua ideologia racial. Tinha aprendido desde o período colonial a ver os negros como inferiores. Tinha também aprendido abrir exceções para alguns indivíduos negros ou mulatos”. [7]

                 Essas duas frentes são predominantemente políticas. A primeira se dá na argumentação teórica, a segunda se fundamenta nos movimentos negros que lutam pelo fim da discriminação social, isso só será possível na mudança de mentalidade da sociedade brasileira, enquanto não houver essa mudança não poderemos chegar a uma sociedade justa e igualitária.
          Essa ideologia da inferioridade dos negros está presente no mundo contemporâneo devido a uma parte da sociedade que defende um tipo de comportamento que mascara a formação étnica do nosso país, e muitas vezes desvirtuam a luta dos negros por melhorias e participação dos mesmos na discussão sócio-política da sociedade como um todo.

Referencias Bibliográficas
FRITAS, Décio. Palmares: A Guerra dos Escravos. Rio de Janeiro:                       Ed. Graal, 1982.
CHALHOUB, Sidney. Visões da Liberdade: Uma História das Ultimas Décadas da Escravidão na Corte. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
CARVALHO, José Murilo de. Pontos e Bordados: Escritos de História e Política. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005.
COSTA, Emília Viotti da. Da Monarquia à República: Momentos Decisivos. São Paulo. Editora UNESP, 1998.
SKIDMORE, Thomas E. Preto no Branco: raça e nacionalidade no pensamento brasileiro. Rio de Janeiro. Editora Paz e Terra, 1976.
NABUCO, Joaquim. O Abolicionismo. Editora Best Bolso, Rio de Janeiro, 2010
[i]LIMA, Claudia. Introdução da História do Negro no Brasil. Editoras Raízes Brasileiras. Recife, 2009
FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil. Editora Companhia das Letras. São Paulo, 2007.
JÚNIOR, Caio Prado. Formação do Brasil Contemporânea. Editora Brasiliense. São Paulo, 2007.
MOTA, Carlos Guilherme (org.). A Viagem Incompleta - A Experiência Brasileira: Formação – Histórias. Editora Senac. São Paulo, 1999.
PRIORE, Mary Del. O Livro de Ouro da História do Brasil: Do descobrimento à Globalização. Editora Ediouro. Rio de Janeiro 2001.



[1]  Graduado em História pela Universidade Católica de Pernambuco
 Pós – Graduando em História Contemporânea do Brasil pela Fundação de Ensino        Superior de Olinda.

 [2] CHALHOUB, Sidney. Visões da Liberdade: Uma História das Ultimas Décadas da            Escravidão na Corte. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.

[3] SKIDMORE, Thomas E. Preto no Branco: raça e nacionalidade no pensamento brasileiro. Rio de Janeiro. Editora Paz e Terra, 1976.

[4]  NABUCO, Joaquim. O Abolicionismo. Editora Best Bolso, Rio de Janeiro, 2010

[5] CARVALHO, José Murilo de. Pontos e Bordados: Escritos de História e Política. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005.      
                
[6]  SKIDMORE, 1976, p. 43

[7] COSTA, Emília Viotti da. Da Monarquia à República: Momentos Decisivos. São Paulo. Editora UNESP, 1998.


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